CRIAÇÃO
Compreendida se for amada
assidua se for procurada
quanto mais se conheça
mais pode ser transformada
o destino era viver
tinha que ser
hoje a luz dos meus versos
a existência me fez entender
misteriosamente revelada
que o amor é estratégia da vida
que a criação pra vencer
tem que ser amada
assim , cultuando a criação
não sabia que podia
guardada com toda sorte
ter vencido com alegria
segunda-feira, 17 de novembro de 2008
sábado, 15 de novembro de 2008
sexta-feira, 14 de novembro de 2008
POESIA DE JANIA SOUZA
Trama
Na boca da noite
o vulto do tempo
impõe seus dogmas.
Senhor feudal do universo
tiraniza a vassalagem humana
subjugando-a com invisíveis grilhões
que acorrentam fortemente a verdade,
esposa dedicada
da sabedoria, viajante anelada
nas asas da esperança.
Na boca da noite
o vulto do tempo
descobre-se... e encobre-se
feito gatuno sorrateiro
funde-se na escuridão
violando-a cinicamente
ao embrenhar-se no manto
da silenciosa noite.
Talvez, seu intuito seja o de fingir
que não intervém no círculo vicioso
do poder, que emana
da fétida escória humana...
Na boca da noite
o vulto do tempo
esgueira-se furtivamente
na trama impudica
contra a civilização humana.
Na boca da noite
o vulto do tempo
impõe seus dogmas.
Senhor feudal do universo
tiraniza a vassalagem humana
subjugando-a com invisíveis grilhões
que acorrentam fortemente a verdade,
esposa dedicada
da sabedoria, viajante anelada
nas asas da esperança.
Na boca da noite
o vulto do tempo
descobre-se... e encobre-se
feito gatuno sorrateiro
funde-se na escuridão
violando-a cinicamente
ao embrenhar-se no manto
da silenciosa noite.
Talvez, seu intuito seja o de fingir
que não intervém no círculo vicioso
do poder, que emana
da fétida escória humana...
Na boca da noite
o vulto do tempo
esgueira-se furtivamente
na trama impudica
contra a civilização humana.
BANDA CAMBA
Camba significa amigo em um dialeto africano. A banda Camba é o resultado da fusão dos talentos de Gilberto Cabral (trombone), Sérgio Groove (contrabaixo), Yrhan Barreto (guitarra), Walterklayson (teclados), Darlan Marley (bateria), Yuri Antonionni (sax) e Paulírio (percussão), todos músicos com muitas horas de palco, estúdio e estrada, que se reuniram para tocar o melhor da música latina. A banda apresenta um repertório com releituras de clássicos da música caribenha, além de arranjar e traduzir para versões "calientes" sucessos de nomes consagrados da música brasileira.
(Fonte: reelease da banda)
BANDA BARBARELLA
Banda formada em novembro de 2005 com a proposta de tocar rock calcado em surf music e punk rock. Composta por músicos já conhecidos da cena potiguar, como Ana Morena (Vocal), Raphael Bender (Bateria), Jeff Soares (Baixo), Vivi Menna e Rafael Kalango (Guitarras). O Barbarella já gravou um EP com 4 músicas pelo DoSol Records, são elas: “Pipa”, instrumental na linha surf music, “Mais leve que o ar”, carro chefe da banda, “Imperador do Rock” composição sarcástica de Bráulio Tavares e “Paredão”, pop punk. Fazendo parte do casting da Dosol Records e Produtora, o Barbarella tem tudo para somar à cena rock potiguar, levando seu som além das fronteiras do estado.
(Fonte: Trama Virtual)
NEY LIMMA - POTIGUAR BAIANO
Cantor, compositor e músico nascido em Natal/RN. Entre 2002 e 2004 morou em Salvador-BA onde além de aperfeiçoar seus conhecimentos musicais, cantou em locais bastante conhecidos como Trapiche de Adelaide, Canteiros, Barravento e no Teatro Acbeu. Na capital baiana que teve a oportunidade de participar por dois anos seguidos do Carnaval de Salvador, como vocalista dos trios elétricos Skulaxo, Executivo e Joia. A partir desta experiência Ney passou a direcionar sua carreira para o público admirador da música baiana e suas mais diversas vertentes e influências. Além do carnaval baiano (Salvador e Porto Seguro) constam em seu currícilo várias micaretas pelos estados Bahia, Sergipe, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Tocantins, Acre e Mato Grosso. Atualmente Ney Limma integra a BANDAÊ, como vocal de apoio e voz masculina. A banda está gravando seu primeiro álbum, possui agenda de shows lotada em todo Nordeste e já se desponta como “banda revelação” da cena axé.(Fonte: Trama Virtual)
POESIA DE GILBERTO JÚNIOR
MOMENTOS...
As lágrimas que rolam
Com tanta afinidade,
São lágrimas de amor
Com uma pontinha de dor,
Ah! Dor de tantas saudades!
Fica a lembrança zombando
De tudo que foi alegria
E eu nessa vida passando...
As rosas aos pouco murchado,
Deixando minh’alma vazia.
Vem o aperto no peito,
Sorrio com o pensamento,
Os meus braços, o teu jeito...
A solidão par perfeito,
Perfeito pra todos momentos.
As lágrimas que rolam
Com tanta afinidade,
São lágrimas de amor
Com uma pontinha de dor,
Ah! Dor de tantas saudades!
Fica a lembrança zombando
De tudo que foi alegria
E eu nessa vida passando...
As rosas aos pouco murchado,
Deixando minh’alma vazia.
Vem o aperto no peito,
Sorrio com o pensamento,
Os meus braços, o teu jeito...
A solidão par perfeito,
Perfeito pra todos momentos.
terça-feira, 11 de novembro de 2008
POEMA DE CEFAS CARVALHO
VELAS AO MAR
Vida demais...
Poesia de menos...
Longe do cais...
Barco sem remos...
Eu, o mar à frente, o sol poente
E o açoite do vento em meus cabelos
Eu, o amor demente, quarto crescente
E a noite a tanger meus pesadelos
Poesia demais...
Vida de menos...
Versos? Nunca mais...
Velas? Não as temos...
Vida demais...
Poesia de menos...
Longe do cais...
Barco sem remos...
Eu, o mar à frente, o sol poente
E o açoite do vento em meus cabelos
Eu, o amor demente, quarto crescente
E a noite a tanger meus pesadelos
Poesia demais...
Vida de menos...
Versos? Nunca mais...
Velas? Não as temos...
TICIANO D'AMORE
Ticiano D´Amore - Desde pequeno já foi iniciado musicalmente pelo pai, maestro da Orquestra Sinfônica do RN e pela mãe, pianista. Até os doze anos, tentou estudar vários instrumentos como violino, piano, flauta doce, transversal entre outros, mas nenhum deles despertou realmente seu interesse. Então aos quinze, Ticiano começou a estudar violão e conseqüentemente guitarra elétrica. Sua iniciação nesses dois instrumentos se deu com o renomado guitarrista Joca Costa e um ano depois Ticiano entrou na faculdade de música da UFRN, bacharelando em violão clássico. Como violonista, recebeu elogios de personalidades como Sivuca e Henrique Annes, e já trabalhou com músicos de renome no Rio Grande do Norte como Carlinhos Zens, Galvão Filho e Diogo Guanabara.Mas foi como guitarrista que Ticiano conseguiu suas maiores conquistas. Em 2001 recebeu o prêmio Hangar como Guitarrista revelação pelo Júri Oficial. Nessa época tocava na banda Kassava, que ganhou o festival Pop Rock Tropical 2001, concorrendo com mais de setenta bandas. Alem dessa banda, Ticiano já fez participações em outras bandas de renome em Natal como Base Livre, Moby Dick, Twilight Fire e Mad Dogs. Em 2002 ingressou também na banda Apollo 11. Esse grupo ganhou no mesmo ano o Pop Rock tropical 2002, sendo Ticiano bi campeão nesse festival. Também nesse ano começou a estudar Jazz com o professor Evanilson “Cupim”. Em Janeiro de 2003 foi aprovado em primeiro lugar nas seleções para o Curso Técnico de Guitarra da EMUFRN, onde o cursa atualmente. Também nesse ano foi indicado junto com mais quatro artistas para concorrer ao prêmio Hangar de Melhor Instrumentista de 2003, assim como retomou seus estudos guitarrísticos com Joca Costa. Suas maiores influências guitarristicas são Luis Salinas, Pat Metheny, Scott Handerson, John Petrucci, Steve Vai, Kiko Loureiro e Jubileu Filho.(Fonte: Prefeitura Municipal de Natal)
domingo, 2 de novembro de 2008
ZECA BRASIL
Zeca Brasil, violonista, compositor e cantor, um desses artistas que a música escolhe como parceiro. Desde o início precisou improvisar para superar as precárias condições que as adversidades da vida lhe impôs. Sem violão para estudar, desenhava em seu próprio braço as cordas do instrumento para praticar seus primeiros acordes. Aos quatorze anos ganhou como prêmio num show de calouros uma bolsa de estudos para uma escola de música, mais quase sempre preferia tirar de ouvido seus arranjos prediletos, e assim de forma intuitiva aprendeu a tocar e conhecer o seu mais fiel e ilustre companheiro, "o violão".Tanta disciplina e dedicação resultaram na gravação de três CDs, Identidade (1997) A face da luz (2003) e Conte Comigo (2006). Trabalhos que além do reconhecimento abriram-lhe as portas para grandes projetos, festivais e shows em todas as regiões do país, destacando-se: Canta Nordeste (1993); Canta São Paulo (1998); Festival do SESI (1998/99); Projeto Seis e Meia (1998, 2000,2003 e 2005); Forraço (2004 e 2007 onde a música "Nordestinamente" ficou em 1º lugar e Nação Potiguar (Show Instrumental em 2005).(Fonte: Site Oficial)
quarta-feira, 29 de outubro de 2008
POESIA DE MÁRIO HENRIQUE ARAÚJO
AUTO RETRATO
Observo mais
Do que Vivo
Invisto menos
Do que preciso
Para ter sentido
Vivo
Respiro
Atiro
Morro
E falo mais do que escrevo
Sou assim a esmo
Aos outros atento
Muito mais que a mim mesmo
Sou um espelho
Uma imagem convertida
Em várias imaginações
Um homem da vida
Um mirante que vê a vida
Cego de alucinações
Nem por isso
Sou mais ou menos
Talvez apenas
Um ser normal
Um parecer ameno
Ou só mais um ancestral
Mas sou um filho da rima
Uma criança que brinca
De ser adulto nos trilhos
Observo
Vivo
Respiro
Atiro
Falo
Escrevo
E morro há anos
Eu sou um perigo
Uma fantasia
Desde o dia
Em que descobri ser humano
Observo mais
Do que Vivo
Invisto menos
Do que preciso
Para ter sentido
Vivo
Respiro
Atiro
Morro
E falo mais do que escrevo
Sou assim a esmo
Aos outros atento
Muito mais que a mim mesmo
Sou um espelho
Uma imagem convertida
Em várias imaginações
Um homem da vida
Um mirante que vê a vida
Cego de alucinações
Nem por isso
Sou mais ou menos
Talvez apenas
Um ser normal
Um parecer ameno
Ou só mais um ancestral
Mas sou um filho da rima
Uma criança que brinca
De ser adulto nos trilhos
Observo
Vivo
Respiro
Atiro
Falo
Escrevo
E morro há anos
Eu sou um perigo
Uma fantasia
Desde o dia
Em que descobri ser humano
GLORINHA OLIVEIRA - RÁDIO ETERNO
A relação de Glorinha Oliveira com os palcos merecia crônica de Nelson Rodrigues. É quase um caso de obsessão. O palco, o amante insaciável. Glorinha, a moça carente de amores. Durante mais de 70 anos, um completou o outro de forma avassaladora. A dupla ficou famosa. A voz jovial e potente de Glorinha jorrou amor pelos quatro cantos do Norte e Nordeste durante décadas. Aos 82 anos, Maria da Glória Mendes Oliveira se despediu do companheiro fiel. Em cada aforismo há uma ponta de razão e a primeira impressão é mesmo a que fica. Por isso, a primeira associação feita a Glorinha não é com seu amante-palco, mas com seu primeiro amor: o rádio.
(Fonte: Diário de Natal)
terça-feira, 28 de outubro de 2008
REGINA LIMA E EUGÊNIO LIMA - DUO DE IRMÃOS
Em 1982, os irmãos Regina Lima (flautista) e Eugênio Lima (violinista) formaram um Duo para pesquisar e difundir o repertório original para flauta e violão incentivando, ao mesmo tempo, os compositores da região a escrever para esse tipo de formação camerística. O Duo fez sua estréia num recital realizado a convite da Sociedade de Cultura Musical do Rio Grande do Norte. A partir daí não mais parou. Entre suas principais apresentações podemos destacar a participação na Semana Villa-Lobos (1987), a tournée pelo Brasil com o programa “Tangos de Piazzolla” (1989), o Concerto de Música Latino-Americana, na Escola de Música da UFRN e os realizados no XV e XVII Panoramas da Música Brasileira Atual, no Rio de Janeiro (1992 e 1994). Nestes eventos apresentaram composições de Danilo Guanais e as “Variantes” de José Alberto Kaplan, esta última em estréia mundial, com a Orquestra Sinfônica da UFRJ, sob a regência do professor e maestro Ricardo Tacuchian. Posteriormente, esta obra foi executada com a Orquestra Sinfônica do Rio Grande do Norte sob a regência do maestro Osvaldo D´Amore. Entre 1992 e 1995 Regina e Eugênio cursaram, no Rio de Janeiro (UFRJ), o Mestrado em suas respectivas áreas. Na ocasião, desenvolveram um trabalho camerístico intenso, sob a orientação do professor e fagotista Noel Devos. Eugênio Lima de Souza foi aluno dos professores Fidja Siqueira, Álvaro Pierri e Thomas Patterson. É detentor de vários prêmios nacionais. Internacionamente fez apresentaçõs no IV Festival de Música Brasileira em Sanary, França, e realizou palestras e masterclasses no Arizona, EUA. É professor da Escola de Música da UFRN desde 1984, onde leciona as disciplinas Violão, Música de Câmara, e História e Literatura do Violão. Regina Maria Lima de Souza Gurgel Machado estudou com os Professores Wascily Simões dos Anjos, Odette Ernest Dias e Celso Woltzehnlogel. Lecionou, até sua aposentadoria, as disciplinas de Flauta Transversal, Flauta Doce e Teoria e Percepção na Escola de Música da UFRN. Foi Flautista do Quinteto de Sopros da referida casa de estudos e 1.ª Flauta da Orquestra Sinfônica do RN.Atualmente é professora concursada de Flauta Transversal na Universidade Estadual do Rio Grande do Norte - UERN.(Fonte: Compomus.mus.br)
FERNANDO CASCUDO
Compositor, filho de Câmara Cascudo. Foi integrante do Quinteto Os Boêmios Estudantis, do Trio Potengi, Quarteto Potengi que transformou-se no Trio Irakitan. Sua composição mais famosa é Prece ao Vento, em parceria com Gilvan Chaves e Alcyr Pires Vermelho; interpretada pelo Trio Nagô em 1953 no filme “Carnaval em Lá Maior”. Foi gravada por Elizete Cardoso; Wilson Simonal; Fernando Mendes; Alcymar Monteiro; Lúcio Alves; Titulares do Ritmo; Gregórios Barrios;Ademilde Fonseca; Terezinha de Jesus; Sando; Madrigal da UFRN; Trio Irakitan, entre outros e diversos Corais no Brasil.
(Fonte: Projeto Seis e Meia)
POESIA DE PEDRO FERNANDES
DO SILÊNCIO
Tá vendo o silêncio entre nós?
São crateras assassinas que se abrem
se dilatam para nós...Ouve o silêncio,
o que ele quer dizer?
Traduz num olhar o silêncio
desse nosso olhar!
Vês! São como fossos
se descortinam à nossa frente,
o que dele faremos?
Joguemos palavras para aterrá-lo
mesmo que monossílabos
mesmo que a batida e velha frase "quebremos o silêncio"...
Façamos algo!
Esse silêncio...Ah!
Não tenha dúvidas
é o que há de mais cruel entre nós.
Tenho medo em teu silêncio
desse nosso silêncio.
Tá vendo o silêncio entre nós?
São crateras assassinas que se abrem
se dilatam para nós...Ouve o silêncio,
o que ele quer dizer?
Traduz num olhar o silêncio
desse nosso olhar!
Vês! São como fossos
se descortinam à nossa frente,
o que dele faremos?
Joguemos palavras para aterrá-lo
mesmo que monossílabos
mesmo que a batida e velha frase "quebremos o silêncio"...
Façamos algo!
Esse silêncio...Ah!
Não tenha dúvidas
é o que há de mais cruel entre nós.
Tenho medo em teu silêncio
desse nosso silêncio.
POESIA DE EDUARDO POTIGUAR
PALAVRAS DA ALMA
Poesias não são somente palavras
escritas a esmo, sem nexo e zelo,
são muito mais que rimas e regras
escritas pelos poetas natos
ou por aqueles movidos pela emoção.
Poesias são promessas que não foram cumpridas,
amores não correspondidos,
são desafetos não solucionados.
poesias também são alegrias
que enchem o peito e transbordam
através das palavras, são momentos
que ficam eternizados no papel.
desculpem os erros se forem muitos,
desculpem as regras esquecidas,
desculpem pelas palavras não proferidas,
mas lembrem-se que tudo vale, porque
poesias são as palavras da alma.
Poesias não são somente palavras
escritas a esmo, sem nexo e zelo,
são muito mais que rimas e regras
escritas pelos poetas natos
ou por aqueles movidos pela emoção.
Poesias são promessas que não foram cumpridas,
amores não correspondidos,
são desafetos não solucionados.
poesias também são alegrias
que enchem o peito e transbordam
através das palavras, são momentos
que ficam eternizados no papel.
desculpem os erros se forem muitos,
desculpem as regras esquecidas,
desculpem pelas palavras não proferidas,
mas lembrem-se que tudo vale, porque
poesias são as palavras da alma.
ORQUESTRA BOCA SECA
O Boca Seca surgiu em meados 2003/2004 entre um ensaio e outro da banda de reggae Moonganjah, quando o então tecladista Fabão Rocha dava seus primeiros passos como frontman. Sob influência da faceta mais suingada da Black Music, Fabão embarcou com alguns parceiros em busca da essência do legítimo samba-rock e nunca mais voltou... No ano seguinte (2004), mudanças na formação elevaram a patente do Trio para Orquestra e o grupo passou a experimentar novas texturas e sonoridades sem receio de acertar errando: duas ou guitarras, baixo, bateria, cavaquinho, percussão, teclados e quem mais entrasse no clima. Com essa nova configuração, a Orquestra Boca Seca atravessou praticamente todo o ano de 2005 ensaiando covers e fazendo pequenos shows para os amigos mais chegados – principalmente no saudoso Fósforo Bar. Nessa época Jordan Santiago assumiu definitivamente o baixo e passou a incentivar o desenvolvimento de um repertório autoral. Em 2006 a banda passa por novas mudanças na formação, e aproveita a pequena pausa para lançar seu primeiro EP com sete músicas próprias. O trabalho chamou atenção e o grupo foi indicado como Revelação no Prêmio Hangar de Música. Entre 2006 e 2007 abriram shows de bandas nacionais como Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Nação Zumbi, Cordel do Fogo Encantado, Adão Negro (BA) e Eddie (PE). Também dividiram o palco com DuSouto (RN), Chico Correa & Eletronic Band (PB), Lado 2 Estéreo (PI), Macaco Bong (MT), Relespública (PR), Coletivo Rádio Cipó (PA), Filhos da Judith (RJ), NêguEdmundo (RN) e Moonganjah (RN). Após participar dos Festivais Mada 2007 e MPBeco, a Orquestra se reorganiza em Power Trio e engrena de vez: passa a promover uma concorrida temporada no Espaço Cultural Calígula, Ribeira, e já garantiu vaga no Festival Nordeste Independente – que acontece em março de 2008 no DoSol Rock Bar. Nesse início de 2008 se apresentaram no Carnaval Multicultural de Natal, lançaram o vídeo clipe da música “Não sei se você sabe” – durante nova temporada shows no Calígula – agora em 2008 passam novamente por uma reformulação e agora são um quinteto com essa nova fomração ja se apresentaram no encerramento do festival mpbeco em novas temporadas no galpão 29 em junho e julho de 2008 lotando todas as noites em que tocam...(Fonte: Myspace)
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
ERI GALVÃO
Eri Galvão é reconhecido como um conhecedor do samba, participando desde 1987 como jurado da Liga das Escolas de Samba - LIESA, no quesito samba-enredo, no desfile das Escolas de Samba do Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. Esteve em Palm Springs-California-USA (1998/2000), assim como em Oslo-Noruega (1999), cantando Bossa Nova. Em setembro do ano passado participou do Primeiro Jazz festival da CUNY- City University of New York, a convite do trombonista Dick Griffin.
(Fonte: ClicRN)
terça-feira, 21 de outubro de 2008
GRUPO ERUDITUS
O Eruditus foi criado para levar música erudita para o povo, esse é nosso principal objetivo. O sucesso do grupo se deve ao esforço dos cantores e dos instrumentistas, que não medem esforços para seguir nossa orientação. A formação original compreende dois tenores (Bruno Santos e César Leonardo), um barítono (José Fernandez), um baixo (Diogo Nascimento) e um diretor musical (Aildemar Paraguai), maestro do grupo, que executa o celo e a flauta transversal. Os demais instrumentos contam com Edson Rufino (pianista) e Lexon Fernandes (violinista).(Fonte: O Mossoroense)
POESIA DE LAURO GUELUTA
Vida, vidas, vi vidas, vivi vidas, vinte vidas vividas...
Vida, vidas, vi vidas, vivi vidas, vinte vidas, vividas...
Às vezes os minutos duram eras,
Éramos diferentes antes de bater o relógio,
Recordas as flores d´outras primaveras?
Não fuja, não se esconda do belo ócio.
Na límpida superfície afloram bolhas
Quebrando o espelho do céu noturno,
A lua baila ao som das folhas
Meu coração palpita taciturno.
Na face curvilínea da esquina
Onde, desvairados, peixes viviam
Enterrou-se, do meu coração, a rima,
Silenciaram os gorjeios das aves de rapina
Que nas minhas cinzas colinas dormiam.
Ficou a semente no humo da vida.
POESIA DE ANINHA D'AGUIAR
SEM TETO
Não há casa que eu more,
Não há lugar que me caiba,
Roupa que me vista.
Não há sono que eu sonhe,
Caminho que eu siga,
Vontade que insista.
Quero chamar de meu,
qualquer punhado de terra.
segunda-feira, 20 de outubro de 2008
WALDEMAR DE ALMEIDA - MÚSICA DE ONTEM
Waldemar de Almeida na cidade de Macau (RN) no dia 24 de agosto de 1904. Despertou sua vocação para a música muito cedo, embora contra a vontade do pai, que desejava encaminhá-lo ao comércio. Aos dez anos de idade, entretanto, já participava das audições de piano no Teatro “Carlos Gomes”, interpretando a “Sonata Patética” e a “Sonata ao Luar”, de Beethoven. Transferiu-se para Berlim, aperfeiçoando estudos de piano com mestres renomeados como Walter Burle Marx, Ruldof Hauschild e harmonia com maestro Wilhelm Forck. Após quatros anos e estudos na Alemanha, transferiu-se para a cidade de Paris, a convite do seu amigo Audifaz de Azevedo, que se ofereceu para custear os seus estudos. Na capital francesa estudou com o grande pianista Flado Perlemutter, durante dois anos, regressando após o Brasil. Por diversas vezes, integrou comissões de concursos de piano no Rio de Janeiro, São Paulo, Fortaleza, Salvador, Recife. Não quis fixar-se no Rio de Janeiro, atendendo apelo de Villa-Lobos, para dirigir grupos de canto orfeônico.(Fonte: UFRN)
MARCOS AURÉLIO DE LIMA
Marcos Aurélio de Lima é natural de Natal (RN). Estudou na Escola de Música da UFRN. Tocou clarinete e saxofone em bandas, orquestras e grupos de câmara. Foi regente da Banda de Música da Escola Técnica Federal do RN (ETFRN) entre os anos 1985 e 1998. Licenciou-se em Artes – com Habilitação em Música – pela UFRN e cursou Especialização em Ética pelo Departamento de Filosofia da mesma Universidade. Concluiu o Mestrado pelo Instituto de Artes da Unicamp (SP) e o Doutorado pela Faculdade de Educação da Unicamp. Atualmente é professor de Música e Filosofia no Centro Federal de Educação Tecnológica (CEFET) de Natal.(Fonte: Cefetrn)
GRUPO BR-4 COM LUIZ LIMA (LOLA)
Luiz Lima, músico potiguar que vive na Itália poucos conhecem, mas Lola, irmão de Eustáquio e Fon, que nos anos 70 eram responsáveis pelo bom rock n’roll produzido na cidade, os maiores de 40 sabem muito bem quem é. Na década de 80, Lola trocou Natal pelo Rio de Janeiro para estudar Música e Educação Artística na Unirio, além do aperfeiçoamento em Harmonia e Improvisação na Escola Rio Música.Buscando sempre mais, em 1990, vai para a Itália e diploma-se em violão clássico no Conservatorio Mascagni de Livorno. Decidido a fazer carreira internacional, lança dois trabalhos autorais, os CDs "Realidade Real" e "O Tom Brasileiro". O grupo Br-4, que tem ele no violão, guitarra e viola de 12 cordas; além dos italianos Claudio Carboni (sax soprano e tenor) e Marco Cattarossi (contrabaixo), e bateria e percussão de Ricardo da Silva, brasileiro que também vive na Itália há muitos anos. No repertório, músicas próprias de Lola e releituras cheias de tradição e contemporaneidade de Egberto Gismonti, Pixinguinha e Guinga.
(Fonte: Assecom-RN)
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